Como um bom mineiro e amante da boa culinária fui ao restaurante e a comida estava com gosto de Minas. Ponto de melhoria é que poderia ter churrasco no buffet. Os doces Ravenna estavam ótimos.
Não gostei da comida! Perguntei pra o funcionário qual o valor do Marmitex ele disse 20 e na hr de pagar o dono me cobrou 25! O sabor da comida era horrível só comigo arroz e o ovo
se você é fã da culinária mineira, esse local é para você. de casa nova, o restaurante segue sendo uma boa pedida para almoço em família ou em grupos grandes. estive no local para um almoço e foi ótimo! de cara, o atendimento é bem prestativo e muito atencioso. nossos pedidos foram tirados rápido e chegaram à mesa na mesma velocidade.
fomos na opção de buffet livre (76 BRL por pessoa) que compreende o balcão de saladas, pratos quentes e sobremesa à vontade. pude provar vários dos clássicos mineiros e, entre eles, a feijoada, as linguiças artesanais, o torresmo e o angú estavam absurdamente bons! repeti várias vezes e a comia estava sempre quente e muito bem servida. em relação à sobremesa, destaque para o delicioso doce de leite e a ótima cocada morena!
pudemos, ainda, fazer uso do benefício do duo gourmet e um dos buffets saiu com 50% de desconto! se não conhece, procure saber. nossa conta total ficou ~150 BRL para duas pessoas, com bebidas e serviço.
Comida mineira com sabor da fazenda. Tem alguns pontos de melhoria? Sim, tem! Mas não deixa de entregar uma comida de qualidade e extremamente saborosa. Eu adorei!!
Conheci o restaurante quando ainda era na Avenida Chibarás. Na época, fiquei marcado pelo cuidado da casa com o preparo de pratos tão típicos e triviais do nosso cotidiano. Era comida caseira carimbada com etiqueta gastronômica.
Referência da culinária mineira na capital paulistana, essa filial surgiu em setembro de 1992. No final de 2023, mudou para o endereço atual na rua Bem-Te-Vi. Desde 1990, a matriz da rede funciona em BH.
E quem foi Dona Lucinha? A matriarca Maria Lúcia Clementino Nunes intitulava-se uma chef “da vida” com 40 anos de participações em festivais culinários pelo Brasil que explorou e aplicou as raízes afro-indígena e portuguesa em seus quitutes. Infelizmente, faleceu em abril de 2019 aos 86 anos. Sua filha Elzinha Nunes assumiu o comando da filial de SP.
A fachada e o estilo da casa atual são menos charmosos do que os da primeira unidade, no entanto seu salão é bem espaçoso e emprega paredes brancas com itens de decoração que remetem às antigas casas de fazenda – azulejos, móveis em madeira rústica, revestimentos de tijolos à vista e janelas com pinturas de paisagens interioranas.
Garçons no melhor do estilo tradicional. Uniformizados, prestativos e com bom papo para recepcionar bem qualquer cliente.
Há opções a la carte com excelentes pratos individuais, mas o forte é o buffet de preço fixo. Ele é dividido em duas seções: Cozinha da Fazenda e Cozinha do Tropeiro. O sortimento de pratos é interminável! Estimo um mínimo de 25 itens! Feijoada, galinhada, linguiça caipira, frango com quiabo, angu, rabada, pernil assado, vaca atolada, tutu mineiro e mandioca frita. Para temperar, quatro tipos de pimenta e dois de farinha.
Entrada: pão de queijo quentinho e perfeito acompanhado de um caldo de feijão carioca – esperava que fosse do preto, mas tudo bem.
Destaques: rabada com agrião, que estava suculenta e desmanchando do osso. Puros nacos de carne. O pernil estava úmido e tenro, com pedaços generosos. A feijoada (minha última visita foi por ela) estava encorpada no ponto, sal sem exagero, pedaços nobres em cumbuca única.
Sobremesas: queijo do Serro (MG) com doce de leite foi a minha pedida. Maravilhosa! E mais: goiabada cascão, cocada, ambrosia, arroz doce, doce de abóbora e de cidra.
Para apresentar uma gastronomia mineira de alta qualidade a visitantes estrangeiros ou para apreciar o inesquecível e requintado tempero de sua fundadora, o bem comer é atendido com louvor no Dona Lucinha.
Dicas:
1) O salão tem um lado com ar condicionado mais forte. Peça ao garçom uma mesa de acordo com sua preferência.
2) Ao subir a rampa a entrada, deverá passar uma fila de licores de frutas – vale a prova 😉
3) Doces, queijos, farinhas, pimentas e linguiças podem ser adquiridos no Armazém do restaurante para levar para casa.
Como um bom mineiro e amante da boa culinária fui ao restaurante e a comida estava com gosto de Minas. Ponto de melhoria é que poderia ter churrasco no buffet. Os doces Ravenna estavam ótimos.
Não gostei da comida! Perguntei pra o funcionário qual o valor do Marmitex ele disse 20 e na hr de pagar o dono me cobrou 25! O sabor da comida era horrível só comigo arroz e o ovo
se você é fã da culinária mineira, esse local é para você. de casa nova, o restaurante segue sendo uma boa pedida para almoço em família ou em grupos grandes. estive no local para um almoço e foi ótimo! de cara, o atendimento é bem prestativo e muito atencioso. nossos pedidos foram tirados rápido e chegaram à mesa na mesma velocidade.
fomos na opção de buffet livre (76 BRL por pessoa) que compreende o balcão de saladas, pratos quentes e sobremesa à vontade. pude provar vários dos clássicos mineiros e, entre eles, a feijoada, as linguiças artesanais, o torresmo e o angú estavam absurdamente bons! repeti várias vezes e a comia estava sempre quente e muito bem servida. em relação à sobremesa, destaque para o delicioso doce de leite e a ótima cocada morena!
pudemos, ainda, fazer uso do benefício do duo gourmet e um dos buffets saiu com 50% de desconto! se não conhece, procure saber. nossa conta total ficou ~150 BRL para duas pessoas, com bebidas e serviço.
Comida mineira com sabor da fazenda. Tem alguns pontos de melhoria? Sim, tem! Mas não deixa de entregar uma comida de qualidade e extremamente saborosa. Eu adorei!!
Conheci o restaurante quando ainda era na Avenida Chibarás. Na época, fiquei marcado pelo cuidado da casa com o preparo de pratos tão típicos e triviais do nosso cotidiano. Era comida caseira carimbada com etiqueta gastronômica.
Referência da culinária mineira na capital paulistana, essa filial surgiu em setembro de 1992. No final de 2023, mudou para o endereço atual na rua Bem-Te-Vi. Desde 1990, a matriz da rede funciona em BH.
E quem foi Dona Lucinha? A matriarca Maria Lúcia Clementino Nunes intitulava-se uma chef “da vida” com 40 anos de participações em festivais culinários pelo Brasil que explorou e aplicou as raízes afro-indígena e portuguesa em seus quitutes. Infelizmente, faleceu em abril de 2019 aos 86 anos. Sua filha Elzinha Nunes assumiu o comando da filial de SP.
A fachada e o estilo da casa atual são menos charmosos do que os da primeira unidade, no entanto seu salão é bem espaçoso e emprega paredes brancas com itens de decoração que remetem às antigas casas de fazenda – azulejos, móveis em madeira rústica, revestimentos de tijolos à vista e janelas com pinturas de paisagens interioranas.
Garçons no melhor do estilo tradicional. Uniformizados, prestativos e com bom papo para recepcionar bem qualquer cliente.
Há opções a la carte com excelentes pratos individuais, mas o forte é o buffet de preço fixo. Ele é dividido em duas seções: Cozinha da Fazenda e Cozinha do Tropeiro. O sortimento de pratos é interminável! Estimo um mínimo de 25 itens! Feijoada, galinhada, linguiça caipira, frango com quiabo, angu, rabada, pernil assado, vaca atolada, tutu mineiro e mandioca frita. Para temperar, quatro tipos de pimenta e dois de farinha.
Entrada: pão de queijo quentinho e perfeito acompanhado de um caldo de feijão carioca – esperava que fosse do preto, mas tudo bem.
Destaques: rabada com agrião, que estava suculenta e desmanchando do osso. Puros nacos de carne. O pernil estava úmido e tenro, com pedaços generosos. A feijoada (minha última visita foi por ela) estava encorpada no ponto, sal sem exagero, pedaços nobres em cumbuca única.
Sobremesas: queijo do Serro (MG) com doce de leite foi a minha pedida. Maravilhosa! E mais: goiabada cascão, cocada, ambrosia, arroz doce, doce de abóbora e de cidra.
Para apresentar uma gastronomia mineira de alta qualidade a visitantes estrangeiros ou para apreciar o inesquecível e requintado tempero de sua fundadora, o bem comer é atendido com louvor no Dona Lucinha.
Dicas:
1) O salão tem um lado com ar condicionado mais forte. Peça ao garçom uma mesa de acordo com sua preferência.
2) Ao subir a rampa a entrada, deverá passar uma fila de licores de frutas – vale a prova 😉
3) Doces, queijos, farinhas, pimentas e linguiças podem ser adquiridos no Armazém do restaurante para levar para casa.